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Arquivo da Categoria: Ferramentas de tradução

Ferramentas utilizadas nas aulas de TAT

Across – ferramenta de revisão

Esta foi a última ferramenta com a qual trabalhamos neste último semestre.

O Across é uma memória de tradução. Esta tem muitas funcionalidades parecidas ao Trados e ao MemoQ. Em todas estas ferramentas podemos introduzir terminologia e segmentos na base de dados.

Uma particularidade do Across é que com esta ferramenta estamos sempre ligados ao servidor, quer dizer, aqui estamos sempre em rede com outros tradutores, o que nos pode ajudar e melhorar a qualidade das nossas traduções.

Esta ferramenta permite-nos ir traduzindo os segmentos um por um, ou seja, vamos traduzindo frases isoladas. Isto também acontece com os programas que referi anteriormente. Neste programa podemos introduzir terminologia, isto é, criamos uma base de dados, e esta pode ser vista por outros que vão trabalhar com o mesmo texto ou com textos da mesma área e que tenham terminologia idêntica. Além deste terem acesso a essa terminologia, podem também participar afim de melhorarem ou completarem esta com outras soluções.

Existem 3 formas distintas de entrarmos no Across. Podemos entrar como:
1. Utilizador – Para criar um utilizador é necessário em primeiro criar uma chave.
2. Supervisor
3. Project manager

Este último não pode criar um utilizador mas tem a gestão de projetos dos utilizadores que lhe foram associados. Ele pode atribuir tarefas e verificar o avanço da tradução que enviou aos tradutores.

Além disso, o gestor de projetos pode controlar como estam a decorrer as traduções, ou seja, ele pode administrar os projetos que entregou aos tradutores.

Neste programa são várias as aplicações que podemos realizar, desde introduzir terminologia, ter acesso às sugestões dos outros ou até corrigir os erros assinalados. Enfim, podemos dizer que é um programa bastante completo.

Se desejar saber mais sobre este programa, aceda ao site oficial na categoria de link “Ferramentas” ou consulte os seguintes pdf: 

Tutorial Across_parte1
Tutorial Across_parte2

 
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Publicado por em Maio 11, 2012 in Ferramentas de tradução

 

SDL Trados Studio 2011

Para ser sincera, de todas as ferramentas que demos, esta foi a que mais gostei de aprender.

Esta ferramenta permite-nos fazer traduções auxiliando-nos da memória de tradução (base de dados) existente neste programa. Esta B.D. permite-nos que, quando o programa encontrar um termo no texto de partida que já tenhamos inserido na memória (o termo com a respetiva tradução), ele vai automaticamente nos sugeri-lo.

Esta ferramenta permite-nos fazer traduções auxiliando-nos da memória de tradução. O trados possui várias funcionalidades como a introdução de comentários, verificação de erros, possibilidade de revisão, etc.
Para poder enviar o ficheiro para outro tradutor, temos de previamente fazer package, isto é, converte-lo para poder envia-lo por mail ou através de uma pen. Apesar da solução por mail ser possível apenas se estiverem todos em rede.

Quando o tradutor estiver a fazer o package vai ter várias opções, umas das quais vai poder optar por enviar ou não as bases de dados, os comentários, etc. Assim o revisor que a receber vai ter ou não acesso a estes dados.
Para uma boa utilização deste programa, temos de associar o multiterm ao trados, pois este faz parte da memória de tradução do trados. Estes dois programas vão complementar-se.

Durante as aulas de TAT tivemos de realizar um projeto no Trados que tinha de conter os seguintes pontos:

- No mínimo 2 documentos inseridos;
- Uma tradução de 1000-1500 palavras;
- Uma memória de tradução completa;
- Uma Base de Dados terminológica com um mínimo de 50 termos.

Além dessa avaliação, tivemos também de realizar uma prova oral sobre o programa, onde a docente nos fazia preguntas sobre este e onde tínhamos de responder oralmente e exemplificando no programa. Assim, as principais funcionalidades que tínhamos de saber eram:

- Inserção de vários ficheiros (e batch tasks)
- Segment status
- Termbase viewer
- Translations results
- Concordance search
- Comments
- Messages
- Term recognition
- Termbase search
- Add term
- Insert term
- Project tags
- Project settings
- Verify
- Create Project Package

No início parece complicado, mas com o tempo isso vai lá. É só uma questão de praticar :)

Para mais informação sobre este programa, aceda ao site official aqui.

 
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Publicado por em Maio 11, 2012 in Ferramentas de tradução

 

Corpógrafo – extração terminológica

O Corpógrafo é uma ferramenta online que nos permite armazenar termos. Aqui podemos não só trabalhar sobre os corpora mas também analisa-los. Esta plataforma permite-nos criar recursos linguísticos na internet.

Inicialmente, quando estamos a inserir os textos, temos de selecionar as línguas nas quais estes estão escritos. Além disso, temos também de selecionar a área em que consiste o nosso subdomínio. Tivemos de eleger um no início do ano (no meu caso foi “as doenças oftalmológicas”). Este programa é vantajoso pois permite-nos ter os documentos bem organizados. Depois de estarem todos os campos preenchidos e os textos inseridos, podemos então proceder à extração terminológica.  

Para isso temos de selecionar a língua para que o programa possa então pesquisar os termos nos textos desse idioma. Depois de obtermos os termos desejados (temos de seleciona-los, porque por vezes veem coisas que não são pertinentes) podemos prosseguir ao preenchimento de uma ficha relativa a cada termo, onde colocamos uma definição e um contexto e referimos o género. Para ser mais pertinente, foi-nos pedido que retirássemos a definição e o contexto da própria corpora, quando isto é possível.  

Este programa permite-nos pesquisar terminologia, pois tem várias técnicas de extração automática de terminologia. Além disso podemos também inserir termos criando assim uma base de dados terminológica.

Visto que só podem ter acesso ao Corpógrafo por inscrição, decidi colocar aqui algumas imagens para terem uma ideia de como é o início desta plataforma:

A imagem que se segue, mostra a plataforma do corpógrafo. Se repararem bem, do lado esquerdo, existem quatro categorias: Gestor; Pesquisa; Centro de Conhecimento e Centro de Comunicação. Nós apenas vimos a parte de Gestor e Centro de Conhecimento.

A imagem que se seguem mostra a caterogia Gestor (desenrolada) do menu da esquerda:

E por último, podemos ver aqui a categoria Centro de Conhecimento (desenrolada).

Gostaria de ter colocado aqui imagens com os documentos já inseridos e as fichas terminológicas completas que tinha feito no 1º semestre, mas a verdade é que não sei por que motivo não consigo aceder à plataforma. Tive então de criar uma nova…

P.S.: Muito provavelmente que não vão conseguir ler o que refiro acima, mas se for o caso, pode amplificar a imagem clicando nela.  

Para aceder à plataforma clique aqui.
Para consultar o tutorial clique aqui.

 
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Publicado por em Maio 11, 2012 in Ferramentas de tradução

 

MemoQ – memória de tradução

Podemos definir o MemoQ como sendo uma memória de tradução. Este é outro dos programas também muito útil para um tradutor.

Neste programa podemos traduzir o texto segmento a segmento. A meu ver, esta maneira de traduzir vem facilitar a tradução pois o tradutor concentra-se apenas numa frase, podendo dar-lhe mais atenção e melhorar assim a qualidade da tradução. Com o MemoQ podemos também criar memórias de tradução e base de dados terminológicas.

Além disto tudo, temos também a hipótese de colocar ficheiro adicionais, chamados de Live Docs. É aconselhável colocar esses ficheiros com informações complementares pois vão permitir que o tradutor ao realizar a sua tradução, possa consultá-los a fim de retirar informações e assim melhorar a qualidade da sua tradução.

Quando demos este programa no primeiro semestre, foi-nos pedido que escolhêssemos um subdomínio para trabalharmos nele durante todo o ano. Assim, escolhi as doenças oftalmológicas, pois esta é uma área onde existem muitos termos e, além disso, também são muitos os sites fidedignos. Para essa recolha de documentos na internet, a docente pediu-nos que realizássemos uma ficha onde teríamos de colocar os seguintes dados:

- URL
- Autor(es) (relacioná-lo(s) com o domínio de especialidade)
- Datas de criação e actualização
- Tipo de sítio e objectivo(s) / missão

Estes são os critérios que tivemos de seguir a fim de extrairmos documentos que fossem fidedignos pois depois iriamos ter de extrair terminologia desses textos.

Para mais informação sobre este programa, consulte o tutorial aqui.

 
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Publicado por em Maio 11, 2012 in Ferramentas de tradução

 

Multiterm – base de dados

Eis, a primeira ferramenta que “tentamos” aprender no 1º semestre do 3º ano. Eu disse bem “tentamos” porque infelizmente, devido a certos problemas nos computadores, fomos obrigados a desister dela… mas não desistimos por completo, pois no início do 2º semestre esta já estava a funcionar como devido.

Para ficarem a saber em que consiste esta ferramente, vou fazer uma breve descrição.

Então aqui vai:

O Multiterm é uma base de dados terminológica que consiste em armazenar termos e criar fichas, mas para isso, temos de previamente escolher um tema (subdomínio) onde vamos então inserir estas fichas, pois assim estarão organizadas por temas, o que nos permitirá uma melhor identificação. Além do tema, temos também de escolher as línguas com as quais queremos trabalhar. No meu caso escolhi o portugês e o francês (mas é só um aparte… :D).
Podemos também adicionar definições, contextos, imagens, gramática (género e número) e a fonte.

Este programa vai complementar-se com o Trados. Os termos que colocarmos no Multiterm vão aparecer na base de dados do Trados e vice-versa, o termos que inserirmos desde o Trados vão ser automaticamente colocados no Multiterm. Quer dizer, os termos que vamos ter na base de dados do Trados vêm do Multiterm.

O que tivemos de fazer no Multiterm:

Como já disse, tivemos de escolher um subdomínio com o qual iriamos trabalhar ao longo do 1º e do 2º semestre. O subdomínio que então escolhi foi as doenças oftalmológicas. Elegi este tema porque, para além de gostar de tudo o que diz respeito ao domínio da saúde, este é um tema em que existem inúmeros termos, não só em francês mas também em português, porque são doenças, e estas têm, por norma, equivalente em todas as línguas.

O Multiterm foi o primeiro programa em que tivemos de utilizar o nosso subdomínio. O objetivo consistia em encontrar 20 termos dentro do nosso subdomínio e encontrar depois o seu equivalente numa outra língua que podia ser ou inglês ou o francês. No meu caso foi o francês, claro! =)

De seguida, tivemos de pesquisar uma definição, para cada termo, numa e noutra língua respetivamente. Para além disso, foi-nos também pedido que pesquizássemos um contexto para cada um deles. Por fim, tivemos de introduzir o género e número do termo, ou seja, feminino ou masculino e singular ou plural, e a fonte para cada definição, contexto ou imagem que tenhamos colocado.

Pois, porque também tínhamos de encontrar uma imagem…

Fique a conhecer melhor este programa clicando aqui.

 
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Publicado por em Maio 11, 2012 in Ferramentas de tradução

 
 
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