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Arquivos mensais: Maio 2012

Trabalhos do segundo semestre…

Neste segundo semestre do 3ºano, para além de aprendermos a trabalhar com os programas sdl Trados e Across, tivemos também de realizar um trabalho chamado Gestão de projeto e uma apresentação sobre vários artigos que nos foram sugeridos.

  • Apresentação do segundo semestre:

Como já disse anteriormente, foi-nos proposto vários artigos à escolha a fim de podermos apresentar em grupo um deles. Em conjunto com a Ana Isabel, decidimos realizar a nossa apresentação sobre A folha 25 e A folha 26. Nestes dois artigos apenas tivemos de apresentar dois capítulos. Estes foram: Memórias de tradução: contra a reinvenção da roda e IATE: que futuro?

Este artigo incidia sobre as memórias de tradução e sobre a base de dados IATE. Ficamos a conhecer as vantagens e desvantens das memórias, a relação que existe entre a tradução automárica e o tradutor, que tipos de línguaas são mais utilizadas nos serviços da União Europeia, etc.  

No que diz respeito ao IATE, ficamos a saber que esta é uma base de dados muito utilizada pelos tradutores da União Euopeia e que tem duas versões; uma interna e uma externa. Além disso, este artigo destaca o facto de o IATE conter muito “lixo”, isto devido à fusão de antigas base de dados.

Para mais informação, consultar o power point apresentado em aula: clique aqui

Gestão de projeto – empresa Webber:

Este foi um projeto que nos foi proposto pela docente logo desde o início do semestre. Tivemos de fazer um “estudo de caso” sobre a empresa Webber.

Assim, foram várias as perguntas às quais tivemos de responder. O objetivo deste trabalho era de ficarmos a saber como fazer para conseguirmos encontrar clientes e como fazer para que a empresa nos contrate para os seus serviços de recursos humanos. Para resumir tivemos de aprender a vendermos o nosso trabalho.

Para consultar o nosso trabalho (gestão de projeto), clique aqui.

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Publicado por em Maio 18, 2012 em Trabalhos de TAT

 

E depois da formação académica…

Agora é que tudo vai começar…

Depois da formação académica,o próximo passo é procurar trabalho.

Todos nós temos a noção de que o mundo do trabalho está mal, mas não nos podemos desmotivar com esta situação que está a atravessar o país.

Ao acabarmos a licenciatura na Universidade, temos duas escolhas: ou continuamos os estudos fazendo um mestrado ou um curso de especialização, ou então decidimos integrar o mundo do trabalho.

Se preferirmos continuar fazendo uma pós-graduação, então a escolha que se oferece a nós é muito variada. O curso de Tradução permite-nos fazer mestrados em Tradução especializada, Legendagem, Estudos Editoriais, LRE (Línguas e Relações Empresariais), Educação, Turismo, entre outros.

Na nossa Universidade, o mestrado de Tradução especializada está direcionado para a área de Saúde e Ciências da Vida. Dizem que vai abrir, no início do próximo ano letivo, a área de Ciências Jurídicas, mas até agora ainda não está nada confirmado.

Se a nossa escolha for antes ingressar no mercado laboral, então temos também aqui várias escolhas. Este curso permite-nos trabalhar em empresas de tradução, embaixadas, editoras, redações, empresas internacionais, empresas de legendagem (ou canais de televisão), etc. Além disso, podemos ainda exercer a atividade de tradutor como freelancer, mas para isso é conveniente ter alguns contatos.  

Em Portugal existem várias empresas de tradução. Deixo-vos aqui algumas delas:

  • APPortugal
  • Tradulínguas
  • Alphatrad Portugal
  • MultiLingues
  • Eurologos
  • ABC Tradução, Formação e Eventos
  • JABA Translation
  • Frameworks

 
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Publicado por em Maio 13, 2012 em Geral

 

A tabela de preços

Cada empresa ou tradutor pode optar por seguir uma tabela diferente, mas a que vou aqui colocar é a tabela mais comum no mundo da tradução:

Os preços que se seguem têm como base:
– uma página A4;
– cerca de 30 linhas;
– letra 12.

Para uma Tradução escrita de linguagem corrente:

De/para Portugês

Língua:                    Preço/palavra             Preço/linha               Preço/página

Inglês / Francês             € 0,095                        € 0,95                        € 28,50
Alemão                         € 0,105                        € 1,05                        € 31,50
Italiano / Espanhol         € 0,085                        € 0,85                        € 25,50
Outras línguas               € 0,160                        € 1,60                        € 48,00

Se quizer consultar a tabela de preços completa pode aceder seguindo este link.
(tabela retirada do sítio o escriba)

É sempre bom estarmos informados para não sermos enganados…

 
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Publicado por em Maio 13, 2012 em Geral

 

As diferenças entre um tradutor e um intérprete

A tradução e a interpretação têm muito em comum, mas há vários fatores que as diferenciam.

Ao contrário do que muita gente pensa, esta é uma questão muitas vezes colocada e à qual nem toda a gente sabe responder.

A maioria das pessoas pensam que ambos traduzem, mas na realidade não é bem assim. O tradutor traduz textos escritos enquanto o intérprete interpreta discursos orais. Esta é a primeira grande diferença entre o tradutor e o intérprete.

O tradutor pode traduzir textos de livros, documentos, revistas, jornais podendo estes ser de vários géneros, por exemplo, literários, técnicos, científicos, etc. Além disto tudo, o tradutor pode também traduzir legendas de filmes, desenhos animados, entrevistas e programas audiovisuais a fim de poderem ser dobrados ou legendados. Já o intérprete interpreta, no momento, um discurso oral entre duas pessoas que falam uma língua distinta.

  • Os principais tipos de tradução são:

– A tradução técnica: consiste na tradução de um documento de área específica. Neste caso, o tradutor tem de ter o conhecimento especializado da terminologia usada, como por exemplo, na área da informática, siderurgia, metalurgia, ecologia, engenharia civil, etc.

– A tradução científica: este tipo de tradução é utilizada na área da medicina, química, física, etc. O tradutor traduz textos envolvendo termos de consentimento informado, de pesquisa médica, odontologia, fisioterapia, psicologia, etc.

– A tradução jurídica: neste caso, o tradutor trabalha com documentos legais, ou seja, contratos, cerrtidões, procurações, leis e outros textos realizados por autoridades ou pelo corpo legislativo.

– A tradução comercial: é a tradução de textos de transações comerciais, relatórios, reportagens, etc.

– A tradução literária: o tradutor lida com obras literárias, ou seja, traduz livros, contos, artigos de ficção, etc.

  • Os principais tipos de interpretação são:

A interpretação de acompanhamento: O intérprete acompanha o seu cliente e interpreta os diálogos que ele realiza e os que lhe são emitidos por interlocutores de uma língua estrangeira.

A interpretação judicial: Interpretação realizada em julgamentos.

– A interpretação de conferência: Interpretação realizada em reuniões multilíngues tais como, congressos, seminários, conferências, mesas-redondas, encontros ou jornadas. Dependendo do tipo de reunião, o intérprete pode optar por dois métodos de trabalho: interpretação consecutiva (Ideal para pequenas reuniões: poucas línguas e poucos participantes. O intérprete coloca-se ao lado do discursador e, enquanto este fala, o intérprete tira apontamentos para depois interpretar na outra língua a totalidade do discurso na primeira pessoa) e a interpretação simultânea (Ideal para grandes encontros. Neste caso existem dois intérpretes que estão dentro da mesma cabina, com auscultadores e microfones para ouvirem os falantes e, imediatamente de seguida, transmitem o discurso numa outra língua para os ouvintes). Este tipo de interpretação é muito mais desgastante pois não podem perder o ritmo da conversa, daí a necessidade de haver dois intérpretes por cabina.
Na tradução, temos mais tempo para pensar, formular as frases, corrigir erros, fazer pesquisas, mesmo se muitas vezes o prazo limite é bastante curto. No que diz respeito à interpretação, temos de traduzir na hora, ou seja não temos aquele tempo para reflexão ou para análise das palavras. Podemos descrever a interpretação como sendo uma tradução imediata. Esta é muito mais desgastante. Por isso que, quando estão os intérpretes nos congressos ou conferências formais, os intérpretes mudam de meia em meia hora.

Para traduzir não basta ter um bom dicionário ou ter conhecimento de uma certa língua, tem de haver por detrás uma formação. Por exemplo, uma pessoa que saiba falar corretamente outra língua estrangeira não tem necessariamente capacidade de saber traduzir.

 
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Publicado por em Maio 13, 2012 em Geral

 

Trabalhos do primeiro semestre…

Ao longo do primeiro semestre, foram vários os trabalhos que tivemos de realizar.

Para além dos programas que aprendemos (Multiterm, MemoQ e Corpógrafo) fomos também fazendo paralelamente apresentações sobre sítios de tradução. Além disto, tivemos de ler os cinco primeiros capítulos de F. Austermühl (esta parte teórica custou-me bastante, não só por ser teoria, mas também porque estava escrito em inglês…).

  • Apresentação do primeiro semestre:

O sítio que tive de apresentar, em conjunto com a Ana Isabel e a Adriana, foi o do João Roque Dias.

Este é um sítio de um tradutor. Pode-se dizer que este está bastante completo pois ele apresenta as suas várias áreas de especialização e dá a conhecer as línguas com as quais trabalha, mas não só. Apresenta também as ferramentas com as quais trabalha, os seus trabalhos realizados, os seus clientes, divulga os glossários que realizou, dicionários, etc.

Podemos dizer que é um sítio relativamente completo e que nós, futuros tradutores, podemos tirar dicas e sugestões afim de podermos realizarmos cada vez melhor as nossas futuras traduções.

Pode consultar o documento word clicando aqui: trabalho João Roque Dias

  • F.Austermühl:

Este é o livro de um professor de linguística aplicada e de estudos culturais.

Durante o primeiro semestre tivemos de ler os cinco primeiros capítulos. Para cada um deles, um grupo de três a quatro alunos tinham de resumir o que que tinham lido.

Assim, o teste no final do semestre incidiu sobre esta obra.

Aqui a abaixo, poderão consultar os cinco capítulos de F. Austemühl:

Austermühl_índice_capítulo 1 -> A Tradução na era da informação.

Austermühl_capítulo 2 -> Comunicação entre o tradutor e  o cliente e a transferência de informação.

Austermühl_capítulo 3 -> A tradução e a internet.

Austermühl_capítulo 4 -> Pesquisas no Web.

Austermühl_capítulo 5 ->Os recursos de tradução no Web a nível mundial.

 
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Publicado por em Maio 12, 2012 em Trabalhos de TAT

 

Across – ferramenta de revisão

Esta foi a última ferramenta com a qual trabalhamos neste último semestre.

O Across é uma memória de tradução. Esta tem muitas funcionalidades parecidas ao Trados e ao MemoQ. Em todas estas ferramentas podemos introduzir terminologia e segmentos na base de dados.

Uma particularidade do Across é que com esta ferramenta estamos sempre ligados ao servidor, quer dizer, aqui estamos sempre em rede com outros tradutores, o que nos pode ajudar e melhorar a qualidade das nossas traduções.

Esta ferramenta permite-nos ir traduzindo os segmentos um por um, ou seja, vamos traduzindo frases isoladas. Isto também acontece com os programas que referi anteriormente. Neste programa podemos introduzir terminologia, isto é, criamos uma base de dados, e esta pode ser vista por outros que vão trabalhar com o mesmo texto ou com textos da mesma área e que tenham terminologia idêntica. Além deste terem acesso a essa terminologia, podem também participar afim de melhorarem ou completarem esta com outras soluções.

Existem 3 formas distintas de entrarmos no Across. Podemos entrar como:
1. Utilizador – Para criar um utilizador é necessário em primeiro criar uma chave.
2. Supervisor
3. Project manager

Este último não pode criar um utilizador mas tem a gestão de projetos dos utilizadores que lhe foram associados. Ele pode atribuir tarefas e verificar o avanço da tradução que enviou aos tradutores.

Além disso, o gestor de projetos pode controlar como estam a decorrer as traduções, ou seja, ele pode administrar os projetos que entregou aos tradutores.

Neste programa são várias as aplicações que podemos realizar, desde introduzir terminologia, ter acesso às sugestões dos outros ou até corrigir os erros assinalados. Enfim, podemos dizer que é um programa bastante completo.

Se desejar saber mais sobre este programa, aceda ao site oficial na categoria de link “Ferramentas” ou consulte os seguintes pdf: 

Tutorial Across_parte1
Tutorial Across_parte2

 
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Publicado por em Maio 11, 2012 em Ferramentas de tradução

 

SDL Trados Studio 2011

Para ser sincera, de todas as ferramentas que demos, esta foi a que mais gostei de aprender.

Esta ferramenta permite-nos fazer traduções auxiliando-nos da memória de tradução (base de dados) existente neste programa. Esta B.D. permite-nos que, quando o programa encontrar um termo no texto de partida que já tenhamos inserido na memória (o termo com a respetiva tradução), ele vai automaticamente nos sugeri-lo.

Esta ferramenta permite-nos fazer traduções auxiliando-nos da memória de tradução. O trados possui várias funcionalidades como a introdução de comentários, verificação de erros, possibilidade de revisão, etc.
Para poder enviar o ficheiro para outro tradutor, temos de previamente fazer package, isto é, converte-lo para poder envia-lo por mail ou através de uma pen. Apesar da solução por mail ser possível apenas se estiverem todos em rede.

Quando o tradutor estiver a fazer o package vai ter várias opções, umas das quais vai poder optar por enviar ou não as bases de dados, os comentários, etc. Assim o revisor que a receber vai ter ou não acesso a estes dados.
Para uma boa utilização deste programa, temos de associar o multiterm ao trados, pois este faz parte da memória de tradução do trados. Estes dois programas vão complementar-se.

Durante as aulas de TAT tivemos de realizar um projeto no Trados que tinha de conter os seguintes pontos:

– No mínimo 2 documentos inseridos;
– Uma tradução de 1000-1500 palavras;
– Uma memória de tradução completa;
– Uma Base de Dados terminológica com um mínimo de 50 termos.

Além dessa avaliação, tivemos também de realizar uma prova oral sobre o programa, onde a docente nos fazia preguntas sobre este e onde tínhamos de responder oralmente e exemplificando no programa. Assim, as principais funcionalidades que tínhamos de saber eram:

– Inserção de vários ficheiros (e batch tasks)
– Segment status
– Termbase viewer
– Translations results
– Concordance search
– Comments
– Messages
– Term recognition
– Termbase search
– Add term
– Insert term
– Project tags
– Project settings
– Verify
– Create Project Package

No início parece complicado, mas com o tempo isso vai lá. É só uma questão de praticar 🙂

Para mais informação sobre este programa, aceda ao site official aqui.

 
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Publicado por em Maio 11, 2012 em Ferramentas de tradução